"OITO PONTOS DA ESCATOLOGIA que muitas pessoas ainda não entendem"
{Este é um estudo para quem realmente gosta de folhear, isto é, percorrer as folhas de, a Bíblia}
📜 I. O ALVO DO SERMÃO EM, Mt 24, Mc 13, Lc 21
Neste sermão, Jesus não fala nem para Israel nação em se tratando de não integrantes da igreja (como vemos em Mt 23:33-39), e muito menos para a igreja de fora do território de Israel. Neste Sermão específico, ele fala precisamente com a igreja dEle situada geograficamente naquela demarcação territorial; ou seja, o direcionamento do sermão escatológico é especificamente a igreja dEle naquele território, que surgiria e que estava naquele momento sendo representada pelos discípulos apóstolos judeus. Todavia, o que podemos dizer de forma correta, é que, os sinais que Ele menciona que vão se cumprir principalmente naquele lado do mundo, também devem ser cuidadosamente observados pelo restante da igreja que consiste de integrantes das nações do mundo no meio das quais está a terra de Israel.
📜 II. A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO, EM Ap 20:4-6
Existem duas formas de interpretação sobre a expressão 'primeira': 1) Primeira, no sentido ordinal; 2) Primeira, no sentido no sentido qualitativo.
O sentido ordinal ou numeral, é difundido pelo pré tribulacionismo, e dá margem para quantas ressurreições quisermos, de três até mais de mil; pois, possibilita colocar quantas ressurreições se queira, como fazendo todas elas parte da primeira (no sentido qualitativo) ressurreição física escatológica para a vida! primeira ressurreição esta que, segundo essa linha de Interpretação, teve seu ponto de partida supostamente na ressurreição de Cristo após estar morto por três dias completos, já que Ele é as principais dos que dormem conforme Paulo mesmo escreveu, ou seja, Jesus foi o primeiro a brotar da terra por meio da ressurreição dos mortos, isso é cartucho para pré tribulacionismo que diz que a primeira ressurreição, inclui a de Cristo, bem como também a da igreja antes da tribulação para um arrebatamento supostamente pré tribulacionista, e a que ocorrerá após a grande tribulação, no contexto do Reino Milenial. Porém, a primeira ressurreição não é a de Cristo e não se inicia por meio de Cristo, porque não é no sentido de qualitativa e sim ordinal, e se cumprirá precisamente no último dia, quando então ocorrer a ressurreição do povo santo para a vida, conforme citado em Dn 12:2, e que vai ocorrer no tempo para o Reino Milenial. Já, a segunda ressurreição, que também é no sentido ordinal, se dará depois do Reino Milenial, a sabe, no Trono Branco. Resumindo: uma coisa (a ressurreição de Cristo) é uma coisa, e outra coisa (a ressurreição dos santos crentes escatológica) é outra coisa!
📜 III. A TROMBETA, DE Mt 24:31
A trombeta soada para ocorrer o arrebatamento anunciada por Jesus (Mt 24:31), tem ligação com a última trombeta citada por Paulo (1 Co 15:51,52a); porém, Paulo deixa claro que antes da última, uma trombeta é tocada (1 Co 15:52b), e então se dá a saída de Jesus d'junto de Deus, do céu de Deus (1 Ts 4:16), e é nesta que Paulo diz que ocorrerá a ressurreição escatológica dos mortos (1 Ts 4:16; 1 Co 15:52b), e esta, que se trata da primeira ressurreição escatológica dos mortos, também aparece em Apocalipse (Ap 11:11; Ap 20:4-6); Já a última trombeta citada por Paulo (1 Co 15:51,52a), é exatamente a que será tocada com Jesus no céu das nuvens (Mt 24:30,31), para ocorrer a transformação dos vivos num piscar de olhos (1 Co 15:51,52a) e acontecer o arrebatamento (Mt 24:30,31; 1 Ts 4:17; Ap 11:12); estas duas trombetas citadas por Paulo, por sua vez, se cumprem na vinda única e escatológica do Senhor (Mt 24:27), que é una e no tempo para o fim tribulação (Mt 24:29), também chamada de grande tribulação (Mt 24:21), que, agora sim, ocorrerá no tempo da sétima trombeta do apocalipse (Ap 11:15); de modo que, mesmo dando sim muito trabalho, é preciso total atenção, até nos mínimos detalhes, para não misturarmos as coisas e com isso tirarmos conclusões precipitadas, ainda que sejam pequenos detalhes que não comprometem em nada a linha escatologia pós tribulacionista que é a verdadeiramente bíblica.
📜 IV. A TRIBULAÇÃO E GRANDE TRIBULAÇÃO, DE Mt 24
O que Jesus chama de um período de grande tribulação (Mt 24:21) ele também chama de tribulação e deixa claro que depois da tribulação se cumprir naqueles dias é que ele virá (Mt 24:29,30); esse período não se refere aos sete anos da última semana de Daniel, Jesus aqui não está dividido a última semana em duas metades de três anos e meio cada; aqui ele fala sobre o que ocorrerá em Israel em se tratando de terra e de povo; porém, Israel em se tratando de terra e de nação, durante os sete anos estará em paz e segurança, somente a igreja na representação das duas testemunhas é que será a partir da segunda metade brutalmente perseguida e martirizada a torto e a direita; os últimos três anos e meio será se tribulação (Ap 2:10) e/ou grande tribulação (Ap 7:9-14) para a igreja fiel em si, conforme vemos em Apocalipse, e Jesus ainda diz que é para se manter fiel mesmo que isso implique em morte, em martírio; já no caso do Sermão escatológico em Mateus 24, ali Jesus fala especificamente sobre o Armagedom, que será, agora sim, a hora da angústia de Jacó, em se tratando de Israel Nação e sua terra, e deixa claro que, quando essa hora chegar, o que restar da igreja situada naquela demarcação territorial, deverá imediatamente bater em retirada, as pressas, sem agir como a mulher de Ló.
📜 V. O ÚLTIMO DIA, DE Jo 11
O último dia é o dia da vinda do Senhor no qual ocorrerá a ressurreição dos justos e a instauração do Reino Eterno no mundo de forma física, após tudo relacionado as 70 semanas se cumprirem fiel e cabalmente. Jo 11:23,24 {Enciclopédia de Russell Norman Champlin:"...último dia" = dia do fim (isto é, dia do retomo de Cristo) «...no último dia...» se referia à noção judaica acerca do fim do mundo, isto é, do presente sistema mundano, quando o Messias chegasse, a fim de estabelecer uma nova ordem neste mundo, restaurando a glória ao reino de Israel, ocasião em que haveria uma ressurreição geral dos justos, porquanto, segundo as idéias que os judeus faziam a respeito, os injustos ordinariamente não eram considerados dignos de fazer parte da ressurreição.} Isso que encontramos na enciclopédia de Russell Norman Champlin, nos lembra a visão da estátua de Daniel 2, o fim que ele teve, e o que ocorreu após o fim dela. NOS LEMBRA TAMBÉM O QUE CONSTA EM ALGUMAS PASSAGENS: Dn 12:1-3; Jo 5:28,29; Jo 6:39,40,44,54; At 24:15; Lc 14:14; Lc 20:34-38. UM TEXTO INTERESSANTE, É: Is 26:19. FINALIZO DIZENDO ALGO IMPORTANTE: Assim como tem o ultimo dia para os justos (Na segunda vinda do Messias), há também o último dia para os ímpios (No juízo final). Jo 12:48,49
📜 VI. O FIM DO MUNDO, DE Mt 24
É no sentido profético messiânico e se cumprirá na Era Messiânica, que no meio cristão é mais conhecido como Reino Milenial ou apenas Milênio, que vai se cumprir na vinda futura e escatologia do Messias; em Isaías o foco recai sobre pessoas não glorificadas ainda necessitando e dependendo de fatores naturais; em Apocalipse o foco recai sobre pessoas glorificadas não mais dependendo dos fatores que os não glorificados dependerão; estes dois grupos, estarão neste mundo no tempo da regeneração, a saber, na Era Messiânica Milenial neste mundo. Is 65:17-25; Is 66:22; Ap 21:1; 2 Pe 3:13; Mt 19:27
📜 VII. AS BODAS DO CORDEIRO, EM Ap 19
Será na terra dentro do período da Era Messiânica Milenial após o julgamento da Grande Prostituta, o que significa que durante a última semana profética de anos de Dn 9:24-27 a igreja fiel do Senhor ainda estará se ataviando no mundo para as bodas que só serão celebradas após o Armagedom e não antes em algum lugarzinho no céu. Ap 19:1-9
📜 VIII. O TRIBUNAL DE CRISTO, EM Ap 11
Será e igual modo na terra dentro do período da Era Messiânica Milenial e será bem mais abrangente do que muitos imaginam pois por ele não passará somente a igreja para receber cada um sua recompensa sem perca de salvação. Ap 11:15,18

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